28 de jul. de 2012

AS SETE FACES DO AMOR DE DEUS

 
1. Amor sem interesses.(Não pelo que somos; que temos; ou que fazemos)
2. Amor sem discriminação. (Deuteronômio 10:17)
3. Amor sem falsidade. (Hebreus 13:8)
4. Amor com fidelidade. (II Timóteo 2:13); 
5. Amor compromissado. (Números 23:9);
6. Amor com intensidade. (Jeremias 31:3)
7. Amor sacrificial. (João 3:16)

A declaração do amor de Deus em Isaías 43...

A prova do amor.  O preço do amor. Os olhos do amor. A declaração do amor.
Deus é amor e tem se manifestado aos homens de diversas maneiras: Através de sua criação, da provisão, da saúde, e da vida. O amor de Deus foi personificado e provado na pessoa e na obra de Jesus Cristo, que veio e morreu pelos nossos pecados. Romanos 5:8,9.
O amor de Deus nos dá a verdadeira razão de viver em um mundo de paz, fraternidade, sem ódio, sem violência.
Você já pensou quanto você é especial, amado e valorizado por Deus? Você tem correspondido a esse amor de Deus em sua vida?Deus ama porque é Pai e seus propósitos para nós são sempre os melhores e os maiores. Feche seus olhos por um momento e contemple apenas com seu coração, o Pai amoroso que te atrai para seus braços. Junto a Ele há plenitude de amor, de esperança e de vitória.
Abra seus olhos agora e contemple aqueles que o rodeiam. Lembre-se que assim como você, eles também são alvos desse amor ilimitado e infinito. O amor de Deus é assim, grandioso, em seu coração não há limite de lugares, todos são bem vindos. Não há exclusividade, mas há um lugarzinho especial dedicado a cada um de nós, onde os entrelaçados laços de afetos são estabelecidos do coração de Deus para o nosso.
Sabe você não pode ficar de fora. Venha e mergulhe nas águas desse amor, envolva-se e deixe que todo o teu ser seja tomado e aí, você aprenderá e decidirá a amar como Ele ama.

Extraído do livro Mensagem de Livramento do Pr. F. Nascimento.

16 de jul. de 2012

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11 de jul. de 2012

De Deus não se zomba

Não vos deixeis desencaminhar: de deus não se zomba; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.
Eis alguns homens e Mulheres (pessoas):

JOHN LENNON:

Alguns anos depois de dar uma entrevista a uma revista americana , disse: "O cristianismo vai se acabar, vai se encolher, desaparecer. Eu não preciso discutir sobre isso. Eu estou certo. Jesus era legal, mas suas disciplinas são muito simples. Hoje, nós somos mais populares que Jesus Cristo. (1966)". Lennon, depois de ter dito que os Beatles estavam mais famosos que Jesus Cristo, recebeu cinco tiros de seu próprio fã.

TANCREDO NEVES:

Na ocasião da campanha presidencial, disse que se tivesse 500 votos do seu partido (PDS), nem Deus o tiraria da presidência da república.. Os votos ele conseguiu, mas o trono lhe foi tirado um dia antes de tomar posse.

BRIZOLA:

No ano de 1990, quando houve uma outra campanha presidencial, disse que aceitava até o apoio do demônio para se tornar presidente. A campanha, quando acabou, apontou Collor como presidente e não mostrou Brizola nem em segundo lugar.

CAZUZA:

Em um show no Canecão ( Rio de Janeiro ), deu um trago em um cigarro de maconha, soltou a fumaça para cima e disse: Deus, essa vai para você! Nem precisa falar em qual situação morreu esse homem.

O CONSTRUTOR DO NAVIO TITANIC:

Na ocasião em que foi construí­do, apontaram-no como o maior navio de passageiros da época. No dia de entrar em alto- mar, uma repórter fez a seguinte pergunta para o construtor: "O que o senhor tem a dizer para a imprensa concernente a segurança do seu navio?" O homem, com um tom irônico, disse: "Nem Deus poderá afundar meu navio". O resultado foi o maior naufrágio de um navio de passageiros do mundo... MARILYN MONROE:

Foi visitada por Billy Graham durante a apresentação de um show. Ele, um pregador do evangelho, na época havia sido mandado pelo Espírito Santo àquele lugar, para pregar a Marilyn. Porém ela, depois de ouvir a mensagem do Evangelho, disse: "Não preciso do seu Jesus". Uma semana depois foi encontrada morta em seu apartamento.

BON SCOTE:

Ex-vocalista do conjunto AC/DC. Cantava no ano de 1979 uma música com a seguinte frase: "Don´t stop me, I´m going down all the way, wow the highway to hell". (Não me impeça... Vou seguir o caminho até o fim, na auto-estrada para o inferno). No dia 19 de fevereiro de 1980, Bom Scot foi encontrado morto, asfixiado pelo próprio vômito.

CAMPINAS/SP EM 2005:

Em Campinas, uma turma de amigos já embriagados, foram buscar a última pessoa ir para balada, parou em frente da casa do jovem chamou, e junto com a moça veio a mãe. A mãe com medo vendo todos embriagados e sua filha entrando naquele carro lotado, pegou na mãoo da filha que já estava dentro do carro e disse: "FILHA VAI COM DEUS QUE ELE LHE PROTEJA", a filha pra tirar uma onda com a mãe disse: "SÓ SE ELE FOR NO PORTA-MALAS, POIS AQUI JÁ ESTÁ LOTADO". Algumas horas depois veio a noticia aos familiares dos jovens, sofreram um acidente, morreram todos, o carro ficou irreconhecí­vel, mas o porta malas ficou intacto. A policia técnica disse que pela violência do acidente seria impossí­vel o porta-malas ficar intacto, quando o policial abriu o porta-malas, lá estava uma bandeja com 18 ovos sem nenhum arranhão, e todos nos lugares corretos da bandeja.

Muitos outros homens importantes também se esqueceram que a nenhum outro nome foi dada tanta autoridade como a que há no nome de JESUS CRISTO. Não esqueça disso: Muitos morreram, mas somente um ressuscitou e está vivo até hoje (dias vindouros): Seu Nome é Jesus! Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? De nada aproveitará.


Autor Desconhecido

2 de jul. de 2012

Perdão, a cura para os relacionamentos feridos

O perdão é o melhor remédio para a saúde emocional. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente, a alforria do coração, a cura das emoções. Perdoar é lembrar sem sentir dor. Perdoar é zerar a conta e não cobrar mais a dívida. O perdão é ato de misericórdia e manifestação da graça. O perdão é absolutamente necessário. E isso, por várias razões:
1. O perdão é necessário porque temos queixa uns dos outros. Nós não somos perfeitos, não viemos de uma família perfeita, não temos um casamento perfeito, não temos filhos perfeitos nem frequentamos uma igreja perfeita. Consequentemente, nós temos queixas uns dos outros. Na verdade, nós decepcionamos as pessoas e as pessoas nos decepcionam. Nossas fraquezas transpiram em nossas palavras e atitudes. Sem o exercício do perdão ficamos entupidos de mágoas e a mágoa gera raiz de amargura no coração. Não somente isso, a amargura perturba a pessoa que a alimenta e contamina as pessoas ao redor.
2. O perdão é necessário porque fomos perdoados por Deus. Quem é receptáculo do perdão precisa transformar-se em canal do perdão. Aqueles que retêm o perdão ao próximo fecham-se para receber o perdão de Deus. Não existe uma pessoa salva que não tenha sido perdoada. Na verdade, no céu só entrarão os perdoados. Logo, é impossível ser um cristão sem exercitar o perdão. Devemos perdoar assim como fomos perdoados. Como Deus nos perdoou devemos nós também perdoar uns aos outros. Quando compreendemos a enormidade do perdão recebido por Deus, não temos mais motivos para sonegar perdão ao próximo. Nossa dívida com Deus era impagável e Deus no-la perdoou completamente. Não fomos perdoados por mérito, mas por graça. Perdão não é reinvindicação de direito, mas o clamor solícito da misericórdia.
3. O perdão é necessário porque por meio dele restauramos relacionamentos feridos. A Bíblia não oculta o perigo devastador da mágoa dentro da família e da igreja. Exemplos como Caim e Abel, José e seus irmãos, Absalão e Amnon retratam essa amarga realidade. Há pessoas feridas dentro do lar e também na assembleia dos santos. Há pessoas doentes e perturbadas emocionalmente porque um dia foram injustiçadas por palavras impiedosas e atitudes truculentas. Há pessoas prisioneiras de traumas e abusos sofridos na infância. Há indivíduos que não conseguem avançar vitoriosamente rumo ao futuro porque nunca se desvencilharam das amarras do passado. O perdão destampa esse poço infecto. Espreme o pus da ferida. Cirurgia os abcessos da alma. Promove uma assepsia da mente e proclama a libertação das grossas correntes do ressentimento. O perdão constrói pontes no lugar que a mágoa cavou abismos. O perdão passa o óleo terapêutico da cura, onde o ódio abriu feridas. O perdão promove reconciliação onde a indiferença quebrou relacionamentos. O perdão expressa o triunfo da graça, onde o ódio mostrou a carranca do desprezo.
4. O perdão é necessário para experimentarmos plena felicidade. Uma pessoa que nutre mágoa no coração não é feliz. O ressentimento é autofagia, é autodestruição. Guardar mágoa é a mesma coisa que o indivíduo beber um copo de veneno pensando que o outro é quem vai morrer. Nenhum calmante químico pode aquietar uma alma desassossegada pela mágoa. Nenhum prazer deste mundo pode aliviar a dor de um coração ferido pelo ódio. A mágoa produz muitas doenças. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente. Mas, o perdão traz cura completa para o corpo e felicidade plena para a alma.

Rev. Hernandes Dias Lopes

30 de jun. de 2012

16 de jun. de 2012

O pecado da Murmuração

O principal pecado que o cristão comete durante todo o ano é o da murmuração. Murmuração é ofensa a Deus! Murmurar traz graves conseqüências. quando os Israelitas murmuraram contra Deus, Ele enviou serpentes ao deserto, os fez voltar pelo caminho do deserto, rumo ao mar Vermelho, andando em círculos por quarenta anos, até que se consumisse toda aquela geração. Estavam salvos, porém não desfrutaram da terra prometida. O crente que murmura, está salvo, porém não entra no reino de Deus enquanto ainda é peregrino na terra, vive em retrocesso de vida, sua casa não se firma, seus planos fracassam.

Murmuração é um ladrão da alegria. Murmuração é como um buraco negro que suga toda a luz da vida do crente, que rouba a sua alegria, a gratidão. E a ingratidão é uma sementeira fértil para o desânimo, para o esfriamento espiritual, para a apostasia. A murmuração é um dos piores tipos de pecados, pois é diária e é diretamente contra Deus. Ela entristece o coração de Deus. O crente que murmura é como uma mulher rixosa dentro de casa, que entristece aos seus entes próximos, que enfraquece os relacionamentos (Pv 21:9). A murmuração não é um pecado típico de um vacilo momentâneo, de um momento de fraqueza, de falta de vigilância. Não! Ela é constante e produz amargura.

Jesus, nosso parâmetro de vida cristã, jamais permitiu que de sua boca saísse uma só palavra impura. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca (Is 53:7). A murmuração entristece ao Espírito Santo, pois revela que nosso coração não está contente com o que Ele tem nos concedido, que não cremos em Sua Palavra quando diz que todas as bênçãos espirituais estão em Cristo Jesus. Se todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, porque murmurar quando algo me acontece que não tenha sido conseqüência de pecado? E se for por conseqüência de pecado, tenho razão em murmurar? Não! Não há campo, em hipótese alguma, para a murmuração na vida do crente.

Se murmuro, é porque estou olhando para o desejo ou circunstância e não para Deus e Seus planos ou princípios. Se murmuro é porque não aceito Sua vontade sobre mim. Jesus disse: Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito. Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis meus discípulos. Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo (Jo 15:7-11). Jesus quer que tenhamos gozo completo e jamais murmuração.

Jesus não pode deixar de ser o centro de nossas vidas, em momento algum. Temos sempre que ter em mente o conhecimento de quem é Jesus: Deus todo Poderoso! El Shadday! O Verbo eterno, sem o qual nada se fez no mundo (Jo 1:1).

Se sofremos, é por conseqüência de pecado ou com um propósito de Deus. Se permanecemos glorificando ao Senhor, mesmo no sofrimento, somos fortalecidos e o Pai é glorificado. É uma honra ser um eleito de Deus para a glória do Pai! Permanecer no Senhor é colocar os problemas no altar de Deus, para que Ele próprio resolva por nós. Quando fazemos isso, temos paz e gozo completos!

Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize (Jo 14:27). Isto só será possível quando Cristo for o centro de nossas vidas!

O motivo principal que nos leva a murmurar, ser impaciente, ingrato, é sem dúvida a falta de permanência com o Senhor! Quem não sabe separar tempo para desfrutar da presença de Deus, através da Sua Palavra, da oração, da meditação, do louvor, perde as oportunidades de ver Jesus operar. Em Marcos 8:1,2 vemos uma multidão sendo alimentada pelo Senhor só porque estava em sua presença durante três dias. Deus sabe e provê tudo o que necessitamos, mas se não nos “assentarmos” não saberemos desfrutar do alimento que nossa alma tanto procura e que o Senhor já nos dispôs. Se comemos apressadamente, “de pé”, não saborearemos e tudo aquilo que recebemos de Deus perde a graça rapidamente. O melhor de Deus passa a ser motivo de murmuração e não de gratidão: Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra (Is 1:19). Ao contrário, Deus quer de nós que sosseguemos e descansemos nEle: Porque assim diz o SENHOR Deus, o Santo de Israel: Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranqüilidade e na confiança, a vossa força, mas não o quisestes (Is 30:15) .

Deus deu prova incontestável de Seu amor por nós! Porque então não tomamos posse deste amor, que é real? João, o apóstolo do amor, referia-se a si próprio como “o discípulo amado”, mas Jesus amava a todos os discípulos igualmente, assim como ama a todos nós da mesma forma: intensamente! Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor (Jo 15:9). João não era MAIS amado que os outros. A diferença entre João e os outros discípulos é que ele tinha consciência de que era muito amado por Jesus. E isso fazia grande diferença no relacionamento dele com Jesus, a ponto de ter confiança em reclinar sua cabeça no peito de Jesus. Assim deve ser conosco também: devemos ter plena consciência de que somos muito amados por Jesus e nos entregarmos em confiança no relacionamento diário com Ele. Se conseguirmos isso, nosso gozo será completo e não haverá espaço para nenhuma murmuração. Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo (Jo 15:9-11). Graças a Deus por Jesus Cristo, o amado de nossas almas!

Agradecer a Deus por Jesus Cristo deve ser nosso principal propósito diário, durante todo o ano. Quando agradecemos, não há espaço para a ingratidão, a murmuração, o abatimento: Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Não apagueis o Espírito (1 ts 5:18,19).

 http://verboeterno.wordpress.com/

26 de mai. de 2012

Nada é por Acaso

“Você ultimamente perdeu algo em torno do qual seu coração tinha entrelaçado todos seus tentáculos? Descobrirá que existe uma boa razão para essa privação.
O Senhor nos tira sempre alguma benção de prata, com a intenção de dar-nos um benefício de ouro. Podem estar certos de que Ele lhes dará ferro em vez de madeira, e substituirá o ferro com bronze, e em vez de bronze, prata, e em lugar de prata, lhes proporcionará ouro.
Tudo o que o Senhor tira não é senão algo preliminar para uma dádiva maior. Você perdeu seu filho? Que isso importaria se descobre que seu Senhor é mais amoroso que nunca?
Um sorriso de seu Senhor será melhor para você que todas as alegres brincadeiras de seu filho. Não é melhor Ele para você que dez filhos? Ou, perdeu seu familiar e companheiro que o alegrava ao longo do vale da vida?
Graças a essa perda, você será agora conduzido a estar mais próximo de seu Salvador. Suas promessas serão mais doces para você, e o Bendito Espírito lhe revelará Sua verdade com maior claridade. Por fim sairá ganhando com sua perda.”
 
Charles Spurgeon

19 de mai. de 2012

A Loja do Ferreiro

          Na loja de um ferreiro existem três tipos de ferramentas. Na pilha de lixo existem ferramentas: ultrapassadas, quebradas, sem corte,enferrujadas. Elas são colocadas num canto, cobertas por teias de aranha, sem uso para o seu mestre e suas utilidades são esquecidas.
           Na bigorna existem ferramentas: derretidas,fundidas, moldáveis, alteráveis. Elas ficam na bigorna, sendo modeladas pelo seu mestre, aceitando o seu desígnio. Existem ferramentas de muita utilidade: afiadas,preparadas, definidas, movíveis.
            Elas ficam prontas na caixa de ferramentas do ferreiro, disponíveis para o seu mestre, cumprindo o seu desígnio. algumas pessoas ficam sem uso: vidas quebradas,desperdiçando talentos, fogo apagado, sonhos destruídos. Elas são rendidas como os fragmentos de ferro, em desesperada necessidade de reparos, sem noção de propósito. Outras ficam na bigorna:corações abertos, famintos para mudar, ferimentos sendo curados, visões tornando-se claras. Elas dão boas-vindas às dolorosas pancadas do martelo do  ferreiro, desejando serem refeitas, suplicando para serem utilizadas.Outras repousam nas mãos do seu Mestre: bem-sintonizadas, determinadas, polidas, produtivas.
             Elas respondem de antemão ao seu Mestre, sem pedir nada, entregando tudo.
           Todos nós nos encontramos em algum lugar da loja do ferreiro ou nós estamos na pilha (monte) de fragmentos, ou na bigorna das mãos do Mestre, ou na caixa de ferramentas. O Mestre é DEus!

Retirado do Livro " Moldado por Deus" MAX LUCADO

17 de mai. de 2012

AS ESTAÇÕES DA VIDA

Cada estação do ano tem suas características bem específicas. O outono é a estação dos ventos fortes e das folhas que caem. É a vida que se renova. O inverno é a estação das chuvas fortes, do frio e da pouca luz. É a vida que se retrai. Na primavera, as cores revestem a natureza de uma beleza rara. É a esperança que desponta. E no verão, o brilho do sol e a força da luz exaltam a criação. É a vida em plenitude.

É interessante como a natureza conhece as suas estações e compreende a linguagem de cada uma delas. As estações do ano revelam a beleza presente na harmonia dos contrastes.

Tal como a natureza, a vida humana tem as suas estações. Nossa existência precisa ser compreendida, também, a partir dos seus contrastes. Perdas e danos; frio e calor; escuridão e brilho, fazem parte das múltiplas facetas da vida que se renova, que se refaz, e que triunfa vitoriosa, ainda que, de tempos em tempos, conheça a dor, as derrotas e o sofrimento. São as estações da vida, como momentos, necessários, da nossa existência.

Muitas vezes os ventos do outono sopram fortes contra nós, e, quais folhas, nossos sonhos vão embora, ao sabor dos ventos. Parece até que a vida vai sendo despedaçada e tudo vai desmoronar. São os ventos das grandes provações. Eles vêem em forma de enfermidades, lutos, perdas e desencantos. Embora seja a estação das folhas que caem, o outono é também o momento que a vida se renova. A Bíblia diz: "Depois da tempestade vem a bonança". Suportar o outono é renovar-se para a vitória.

Não é difícil perceber a chegada do inverno. O frio e a escuridão entristecem a alma. O coração reclama de uma lareira e um cobertor. É a estação da solidão, dos questionamentos profundos, de agudas crises existenciais. Tudo parece escuro ao nosso redor. Queremos algo que nos aqueça a alma e alguém que nos escute o coração. Mas, o inverno não dura para sempre! A Bíblia também afirma: "O pranto pode durar uma noite, mas a alegria vem ao amanhecer".

Quando tudo parece perdido, e pensamos não haver mais saídas, a semente começa a brotar. Nasce no coração uma esperança. É a vida que ressurge na força dos sonhos e, com eles, a existência se reveste de cores, outra vez. É a primavera chegando, trazendo a beleza que pensávamos perdida. Tudo parece se revestir de um novo sentido, como um poema de rara beleza.

No tempo certo, o sol volta a brilhar. É o verão que está chegando e com ele a luz que amplia a nossa visão, o calor que aquece nossos sonhos, e a força para resistirmos aos ventos fortes da dor. É a vida que triunfa. É a vitória, afinal. A Escritura Sagrada proclama Deus como o Sol da Justiça; e Jesus Cristo como a Luz da vida. Por isso, o verão é a estação da vida e da luz.

Seja qual for a estação pela qual você esteja passando, confie sempre em Deus, pois Ele é o Senhor da natureza e da vida. Seu poder é maior que a força dos ventos; sua presença embeleza a vida; seu Espírito aquece nossa alma e a Sua Palavra ilumina nosso caminho. Sejam quais forem, as circunstâncias, Ele tem poder para mudar o tempo e as estações.
 
Texto retirado do blog Mig e meg

9 de mai. de 2012

Solilóquio, uma conversa no espelho

A marca distintiva da sociedade contemporânea é a superficialidade. Somos rasos em nossas avaliações. Falta-nos reflexão. Falta-nos introspeção. Estamos atarefados demais e cansados demais para examinarmo-nos a nós mesmos. Corremos atrás de coisas e perdemos relacionamentos. Sacrificamos no altar das coisas urgentes, as coisas que de fato são importantes. Como muito bem afirmou George Carlin, num artigo sobre o paradoxo do nosso tempo: “Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. 
Falamos demais, amamos raramente e odiamos frequentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à lua, mas temos dificuldade de cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço sideral, mas não o nosso próprio espaço. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, mas nos comunicamos cada vez menos. Estamos na era do fast-food e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados”.

Solilóquio é conversar consigo mesmo. É olhar nos olhos daquele que vemos no espelho e enfrentá-lo sem subterfúgios. É entrar pelos corredores da alma e não escapar pelas vielas laterais. É lidar com o nosso mais difícil interlocutor. É falar com o nosso mais exigente ouvinte. A introspecção, porém, é uma viagem difícil de fazer. Olhar para dentro é mais difícil do que olhar para fora. É mais fácil falar para uma multidão do que conversar com a nossa própria alma. É mais fácil exortar os outros do que corrigir a nós mesmo. É mais fácil consolar os aflitos, do que encorajar-nos a nós mesmos. É mais fácil subir ao palco e pregar para um vasto auditório do que conversar com aquele que vemos diante do espelho.

O salmista, certa feita, estava muito triste e percebeu que precisava endereçar sua voz não para fora, mas para dentro. Então disse: “Por que estás abatida ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu” (Sl 42.11). É preciso dizer à nossa alma que a tristeza não vai durar para sempre. Devemos levantar nossos olhos e saber que Deus está no controle da situação, ainda que agora isso não seja percebido pelos nossos sentidos. Devemos proclamar, em alto e bom som para nós mesmos, que o louvor e não o gemido; a alegria e não o choro é que nos esperam pela frente. Não nos alarmemos com nossas angústias; consolemo-nos com as promessas de Deus.

Não basta reflexão, é preciso introspecção. Não basta falarmos aos outros, precisamos falar a nós mesmos. Não basta lançarmos mão do diálogo, precisamos de solilóquio. O salmista, disse certa feita: “Volta minha alma ao teu sossego, pois o Senhor tem sido generoso para contigo” (Sl 116.7). Muitas vezes, ficamos desassossegados, quando deveríamos estar em paz. Curtimos uma grande dor na alma, quando deveríamos estar experimentando um bendito refrigério. E por que? Porque deixamos de pregar para nós mesmos. Deixamos de exortar nossa própria alma. Deixamos de fazer viagens rumo ao nosso interior. Deixamos de conversar diante do espelho. Deixamos o solilóquio. É preciso alertar, entretanto, que o solilóquio só é saudável, quando estamos na presença de Deus, quando nossa esperança está em Deus, quando encontramos em Deus nosso refúgio e fortaleza, quando podemos dizer como o salmista: “Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu”.

(Texto enviado por email )

Hernandes Dias Lopes